Preocupação com o meio ambiente, economia e potência são pontos marcantes das atuais motos que estão entre 250 e 300 cilindradas

Outubro 19th, 2009 de Kasinski

As motos de 250 cilindradas atualmente são uma excelente opção para quem está em busca de economia e curte motos robustas. A funcionalidade e potência desse tipo de moto em trânsito urbano são bastante consideráveis, já nas rodovias são capazes de manter uma boa velocidade e desempenho.

Nesta edição conheça mais sobre os modelos

• Honda CB 300R
• Yamaha YS 250 Fazer
• Kawasaki Ninja 250
• Kahena 250 Dual
• Shineray XY 200cc Indianápolis
• Kasinski Comet GT-R 250cc EFI

A Yamaha YS 250 Fazer na versão 2010 traz como complemento uma sonda Lambda (sensor de oxigênio) e um novo catalisador na tentativa de reduzir a emissão de poluentes e um menor consumo de combustível. A idéia é atender as exigências do Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares (Promot), que tem como objetivo proteger o meio ambiente.
Podemos destacar como novidades o novo desenho do escapamento que recebeu protetores antiqueimadura em plástico de alta resistência. O link da suspensão traseira recebeu um rolamento e o painel de instrumentos possui novo fundo. Segundo o representante da Feltrin Motos, Marcelo Vagner, esse modelo acompanha a linha da Factor 125, sendo que o novo painel deu um toque diferenciado. Valor sugerido é de R$ 10.950,00.

Ficha técnica:

Motor: 4 tempos, OHC, refrigerado a ar com radiador óleo, 2 válvulas
Peso seco: 137 kg
Tanque: 19,2 litros
Potência: 21 cv a 8.000 RPM
Torque: 2,10 kgf.m a 6.500 RPM
Câmbio: 5 velocidades, engrenamento constante
Transmissão: Engrenagens
Ignição: TCI

A Honda CB 300R tem um propulsor de 300 cc com duplo comando de válvula no cabeçote e utiliza sistema de alimentação por injeção eletrônica de combustível PGM-FI. O sistema de alimentação PGM-FI foi desenvolvido pela Honda. Este, aliado ao catalisador instalado no escapamento da motocicleta, faz com que o modelo atenda ao Promot.
Esse tipo de injeção eletrônica utilizado pela CB 300R permite um funcionamento uniforme do motor, além de acelerações progressivas e lineares, respostas imediatas e comando do acelerador mais suave. “O novo design, freio a disco e a injeção eletrônica são alguns componentes que tornam essa moto atrativa”, afirma o gerente comercial da Team Trends Dario Dominiquini. Preço sugerido é R$ 11.490,00.

Ficha técnica:

Motor: DOHC, 291,6cc, 4 tempos, 4 válvulas, arrefecido a ar
Peso seco: 143 kg
Tanque: 18 litros
Potência: 26,53 cv a 7.500 rpm
Torque: 2,81 kgf.m a 6.000 rpm
Partida: Elétrica
Transmissão: Corrente
Ignição: Eletrônica

A Comet GTR EFI 2010 da Kasinski é uma moto totalmente adequada aos rígidos padrões de emissão de poluentes do Promot, o novo modelo vem equipado com injeção eletrônica “closed loop”. O representante da loja de moto peça 46 Edgard, Edgard Soares considera essa moto uma super máquina e garante que tudo que há de novidade ela tem.
A tecnologia é um ponto forte que maximizou a potência do motor, que possui respostas rápidas, tirando do propulsor de 250 cc DOHC (Double Over Head Camshaft) a maior eficiência possível.
Este modelo ganhou um propulsor conhecido como V2 250 cc roletado com 4 válvulas por cilindro, cabeçote com duplo comando, garantindo a posição de uma das maiores potências da categoria. Novos tensionadores da corrente de comando e recirculação de gases no carter são algumas modificações incorporadas ao modelo 2010. O preço sugerido será de R$ 17.990,00.

Ficha Técnica:

Peso: 173Kg
Motor: DOHC, 4 tempos, arrefecido a ar
Alimentação: Injeção eletrônica
Potência Máxima: 32,1/ 10.500
Torque Máximo: 2,31/ 8000
Ignição: ECU
Tanque: 17 litros
Combustível: Gasolina

Equipada com câmbio de seis marchas, freios a disco e injeção eletrônica, a Kawasaki Ninja 250R passou por um extensivo desenvolvimento de campo no Brasil e de laboratório no Japão, para adequação ao combustível brasileiro e à norma Promot.
Com características esportivas e com o motor bicilíndrico de 250 cc, esse modelo de motocicleta atinge a potência de 33 cv a 11.000 rpm. O preço sugerido é de R$ 18.880,00.

Ficha técnica

Motor: 4 tempos, 2 cilindros paralelos, refrigeração líquida
Peso seco: 152 kg
Tanque: 17 litros
Potência: 24 KW {33 CV} / 11.000 rpm
Torque: 22 N.m {2,24 kgf.m} / 8.200 rpm
Partida: Elétrica
Transmissão: 6 velocidades
Ignição: Bateria e bobina (ignição transistorizada)

A Kahena 250 Dual projetada no Brasil é composta por uma estética arrojada e diferenciada em todos os seus componentes. A motocicleta possui motor bicilíndrico, dupla carburação e duplo escape, painel com marcador de gasolina, conta-giros, hodômetro e indicador de marchas digital. Preço sugerido: R$ 12.800,00.

Ficha técnica

Motor: 2 cilindros, 4 tempos, refrigerado a ar
Peso seco: 157 kg
Tanque: 15 litros
Potência: 19,8cv a 8.400 rpm
Torque: 17.9 N.m / 6.200 rpm – 1,84 kgf.m / 6.200 rpm
Câmbio: 5 marchas
Transmissão: Corrente
Ignição: C.D.I.

A Shineray XY 200 III, mais conhecida como Indianápolis, é uma motocicleta com menor cilindrada e possui um design com carenagem esportiva. O tanque tem capacidade para 18 litros e gasta em média, um litro a cada 30 quilômetros percorrido. O motor de quatro tempos tem potência de 17,9 cv a 7.500 rpm.
A Indianápolis é equipada com indicador digital de marcha, conta-giros, marcador de combustível, partida é elétrica e a transmissão em cinco velocidades constantemente engrenadas e rodas de liga leve.

Ficha técnica:

Motor: 4 tempos / refrigeração a ar
Potência: 17,9 cv/ 7.500 rpm
Torque: 14,0N.m/ 6.500 rpm
Cilindrada: 196,9 cc
Partida: Elétrica
Ignição: CDI
Transmissão: 5 Velocidades Constantemente engrenadas
Peso líquido: 158 kg

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Modelo requer um investimento baixo e vale a experiência

Outubro 19th, 2009 de Kasinski

A Comet GTR EFI 2010 da Kasinski é uma moto para quem busca esportividade e não abre mão de um bom custo x benefício. Totalmente adequada aos rígidos padrões de emissão de poluentes do Promot 3, o novo modelo vem equipado com injeção eletrônica “closed loop”. A tecnologia é um ponto forte que maximizou a potência do motor, que possui respostas rápidas, tirando do propulsor de 250 cc DOHC(Double Over Head Camshaft) a maior eficiência possível.
Equipada com bateria de 12 amperes, a Comet GTR EFI possui nova mesa com contato de ignição, além de ajustes nos engates na transmissão que garantem mais precisão e maciez.
Este modelo ganhou um propulsor conhecido como V2 250 cc roletado com 4 válvulas por cilindro, cabeçote com duplo comando, garantindo a posição de uma das maiores potências da categoria. Novos tensionadores da corrente de comando e recirculação de gases no carter são algumas modificações incorporadas ao modelo 2010.

Inovações
A Comet GTR EFI tem um porte grande e características de moto esportiva carenada. A moto é equipada com painel digital, conta-giros analógico, disco duplo dianteiro de 300 mm, suspensão dianteira invertida, suspensão traseira monoshock e disco traseiro.
Com a adoção de grafismos em duas cores “Dual Tone” e novos emblemas, a Comet GTR EFI é comercializada nas cores sólidas (preta e vermelha) e duas cores Dual Tone (branca e preta e vermelha e preta).
A parte traseira foi remodelada e novas carenagens laterais trazem um tom de modernidade. O assento tanto do piloto quanto do passageiro foi redesenhado, maximizando o modelo esportivo com escapamento em aço inox, lanterna com LEDS, alça do carona com novo design, novo posicionamento da pedaleira e novo porta-objeto com chave. O preço sugerido será de R$ 17.990,00.

Ficha Técnica:
Peso: 173Kg
Motor: Partida
Alimentação: Injeção eletrônica
Potência Máxima: 32,1/ 10.500
Torque Máximo: 2,31/ 8000
Ignição: ECU
Tanque: 17 litros
Combustível: Gasolina

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Way 125 reúne vantagens como custo-benefício e boa performance

Outubro 19th, 2009 de Kasinski

Aliar qualidade e bom preço é sempre uma excelente opção na hora da compra, mas em tempos de crise econômica, conseguir produtos que possuam essas características pode ser um ótimo negócio.
No setor de motocicletas, a história não é diferente. Pensando nisso, a Kasinski, empresa nacional fabricante de motocicletas, apresenta a Way 125, um modelo dirigido àqueles que buscam nas duas rodas uma alternativa para o transporte diário, lazer e para quem pretende utilizar a moto para fins comerciais.
Graças ao conjunto propulsor, o alto desempenho no trânsito e o baixo custo com manutenção, estão garantidos. Além disso, design, resistência e bom desempenho em subidas são alguns dos atributos que fazem da Way uma das motos mais respeitadas da categoria.
A motocicleta dispõem também de componentes duráveis que apresentam um baixo valor de reparos, como partida elétrica e a pedal, freios com tambor com sapata de expansão, suspensão dianteira telescópica e traseira bi-choque e ajustável. Para diminuir a emissão de poluentes, o modelo da Kasinski possui um sistema de catalisador com válvula de ar secundária.
Para alcançar boa performance, a moto está equipada com câmbio de cinco marchas, embreagens multi-discos banhados a óleo e motor Over Head Valves (OHV) de 125 cilindradas monocilíndrico, quatro tempos e arrefecido a ar. Com isso, a Way 125 atinge potência máxima de 11,15 cv a 8500 rpm.
Para o dia-a-dia
Apostando no mercado de motofrete e em profissionais que utilizam a moto para se locomover de casa para o trabalho, o modelo foi desenvolvido para pessoas que procuram agilidade para atravessar espaços reduzidos, por isso apresenta medidas compactas, de um metro e noventa de comprimentopor 73 centímetros de largura.
Outra vantagem para esse público, é o tanque de combustível com capacidade para oito litros, o que resulta em autonomia para realização de longos percursos.

Ficha técnica
• Motor: 4 tempos, arrefecido a ar
• Potência Máxima: 11,15 CV por 85000 RPM
• Torque Máximo: 0,75 kg força por 7500 RPM
• Partida: Elétrica e pedal
• Embreagem: Multi-discos banhados em óleo
• Tanque de combustível: 8 litros

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Premio Kasinski: Moto do Ano

Outubro 15th, 2009 de Kasinski

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Manaus terá mais dez fabricantes de motos

Outubro 14th, 2009 de Kasinski

Priscila Dal Poggetto analisa no site Globo.com o avanço da produção de motociclos no Brasil, concentrada na Zona Franca de Manaus, onde há onze fábricas. Outras dez unidades podem entrar em operação no país em 2010. Paulo Takeuchi, presidente da Abraciclo, entidade que reune os fabricantes de veículos de duas rodas, acredita que as newcomers elevarão a produção local de 1,7 milhão de unidades, prevista este ano, para 3 milhões em 2013. Takeuchi mostrou durante apresentação no Congresso SAE Brasil, no painel dos presidentes, que o Brasil é o quarto maior mercado para motocicletas, atrás apenas da China, Índia e Indonésia. Diretor da Moto Honda da Amazonia, ele demonstrou também na ocasião preocupação com a mudança no perfil da manufatura de veículos de duas rodas no país. Até agora havia uso intensivo de mão de obra. Já os novos fabricantes, a maioria de origem asiática, estão introduzindo a robotização nas linhas de montagem como forma de ganhar produtividade. Ao lado dos fabricantes de veículos na região de Manaus há um pólo de fabricantes com mais de cinquenta empresas que empregam quinze mil pessoas e já investiram R$ 1,5 bilhão. “Há sempre oportunidades para novos interessados” - garante Takeuchi. A jornalista escreve que a Moto Traxx da Amazônia injetará R$ 100 milhões em 2010 na ampliação de fábrica, mix de produtos e rede concessionária. A capacidade de produção passará de 100 mil para 250 mil unidades. A Kasinski, adquirida pela chinesa Zongshen elevará a produção de 110 mil motos por ano para 180 mil unidades até 2012, após a construção de novo complexo fabril em Manaus. A MVK Motos anunciou R$ 32 milhões para construir uma fábrica de motocicletas e quadriciclos em Manaus. A Harley-Davidson também pretende produzir a linha V-Rod no Brasil, então agora importada. Fontes: Globo.com e Automotive Business.

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Manaus terá mais dez fabricantes de motos

Outubro 14th, 2009 de Kasinski

Priscila Dal Poggetto analisa no site Globo.com o avanço da produção de motociclos no Brasil, concentrada na Zona Franca de Manaus, onde há onze fábricas. Outras dez unidades podem entrar em operação no país em 2010. Paulo Takeuchi, presidente da Abraciclo, entidade que reune os fabricantes de veículos de duas rodas, acredita que as newcomers elevarão a produção local de 1,7 milhão de unidades, prevista este ano, para 3 milhões em 2013. Takeuchi mostrou durante apresentação no Congresso SAE Brasil, no painel dos presidentes, que o Brasil é o quarto maior mercado para motocicletas, atrás apenas da China, Índia e Indonésia. Diretor da Moto Honda da Amazonia, ele demonstrou também na ocasião preocupação com a mudança no perfil da manufatura de veículos de duas rodas no país. Até agora havia uso intensivo de mão de obra. Já os novos fabricantes, a maioria de origem asiática, estão introduzindo a robotização nas linhas de montagem como forma de ganhar produtividade. Ao lado dos fabricantes de veículos na região de Manaus há um pólo de fabricantes com mais de cinquenta empresas que empregam quinze mil pessoas e já investiram R$ 1,5 bilhão. “Há sempre oportunidades para novos interessados” - garante Takeuchi. A jornalista escreve que a Moto Traxx da Amazônia injetará R$ 100 milhões em 2010 na ampliação de fábrica, mix de produtos e rede concessionária. A capacidade de produção passará de 100 mil para 250 mil unidades. A Kasinski, adquirida pela chinesa Zongshen elevará a produção de 110 mil motos por ano para 180 mil unidades até 2012, após a construção de novo complexo fabril em Manaus. A MVK Motos anunciou R$ 32 milhões para construir uma fábrica de motocicletas e quadriciclos em Manaus. A Harley-Davidson também pretende produzir a linha V-Rod no Brasil, então agora importada. Fontes: Globo.com e Automotive Business.

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Kasinski mostra novo perfil no Salão Duas Rodas

Outubro 14th, 2009 de Kasinski

Com capacidade atual de produção de 110 mil motocicletas ao ano, a Kasinski, adquirida recentemente pela chinesa Zongshen, pretende montar 180 mil unidades ao ano até 2012, após a construção de seu novo complexo fabril em Manaus. O presidente Claudio Rosa Junior informa que a empresa atingiu crescimento de 82% nas vendas nos últimos doze meses. Ele pretende conquistar 5% do mercado em três anos. Com a nova unidade fabril em Manaus a Kasinski agregará fornecedores de componentes, vai gerar empregos e elevar a competitividade. Haverá, ainda, um alto volume de peças em estoque. Durante a coletiva de imprensa no Salão Duas Rodas a montadora apresentou doze lançamentos de motocicletas de 110 a 650 cm3, com preços especiais durante o evento até o final do ano. Os destaques ficaram por conta da Cub Win 110 e da scooter Prima Electra, com preços sugeridos de R$ 3.990,00 e R$ 5.290,00. Primeiro scooter elétrico a ser fabricado no Brasil, a Prima Electra tem autonomia de 50 quilômetros, apresenta três opções de pilotagem (econômica, conforto e esportiva), câmbio automático, rodas de liga leve, baú integrado, freio dianteiro hidráulico a disco e duas opções de cores, prata e vermelha. Em 2010, a moto chega ao público por R$ 5.990,00. A Custom Mirage 650 EFI (que será nacionalizada) é vendida por R$ 26.500,00 durante o salão. Depois o preço sobe para R$ 29.500,00. Os outros lançamentos da Kasinski no Salão Duas Rodas, com preços especiais, são: - Scooter Prima 150, R$ 5.290,00; - Street Comet 150, R$ 4.990,00; - Street Comet GT 250 EFI, R$ 12.700,00; - Custom Mirage 150, R$ 5.390,00; - Custom Mirage 250 EFI, R$ 13.400,00; - Off Road CRZ 150, R$ 6.290,00; - Off Road CRZ 150 SM, R$ 7.290,00; - Esportiva Comet GT 250 R EFI, R$ 15.100,00; - Esportiva Comet GT 650 R EFI, R$ 24.300,00.

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Lançamentos 2010 Kasinski

Outubro 9th, 2009 de Kasinski

Kasinski Apresenta uma Série de Lançamentos no Salão Duas Rodas

Images

Kasinski apresenta uma série de novas motos, como a Mirage 150.

Claudio Rosa Júnior, presidente da CR Zongshen / Kasinski, foi quem apresentou os novos modelos da marca.

Entre as novidades, a Mirage 650 EFI passará a ser fabricada no Brasil, mas já teve seu preço rebaixado desde agora.

Mirage 250 também teve seu preço rebaixado.

Comet GT-R 250 também teve seu preço rebaixado.

Comet 250 naked também teve seu preço rebaixado.

Novo scooter da Kasinski se chama “Prima”.

A Kasinski agora tem também um scooter elétrico, o “Prima Electra”.

Novo modelo trail da Kasinski, CRZ 150.

Novo modelo “motard” da Kasinski, CRZ 150 SM.

Nova Comet 150.

Rogério Scialo (e), diretor comercial da CR Zongshen, com Jaime Nazário (d), de Sobremotos.com.br

By Gisele Flores, Jaime Nazário, Clique no nome de um dos autores para comentar.

Quarta, 7 Outubro 2009

A Kasinski apresentou uma série de lançamentos no Salão Duas Rodas que vão de novas motos de 150 cilindradas, passam por um scooter elétrico e incluem até geradores de força e motores de popa para barcos e lanchas.

A Kasinski veio com força para este Salão Duas Rodas, com grande investimento em seu estande e com muitas novidades para apresentar. A empresa tem planos ambiciosos de, nos próximos 2 anos, alcançar 5% de participação no mercado de motos do Brasil.

A “nova” Kasinski, agora incorporada pela CR Zongshen, que assumiu 100% de controle acionário, mudou logotipo e mudou bastante sua linha de produtos.

A atual fábrica da Kasinski, que tem capacidade produtiva para 20 mil motos por ano, recebeu reformulações para operar com os novos produtos, enquanto uma nova fábrica, com capacidade para 90 mil motos por ano está sendo concluída. No total, a Kasinski deverá ficar com uma capacidade produtiva de 110 mil motos por ano.

Entre as novidades, o destaque fica por conta da nova motorização de 150 cilindradas refrigerada por líquido que equipará os novos modelos Comet 150 e Mirage 150.

Este motor é fruto de uma parceria entre a Piaggio, tradicional fabricante italiano de scooters, motos e motores de baixa cilindrada, e a Zongshen.

Ponto a destacar é que a nova Kasinski pretende ter uma atuação bem mais agressiva frente ao mercado, o que beneficiará os consumidores. Por exemplo, a nova Mirage 150 será comercializada por R$5.390,00, e a moto inclui rodas de liga leve e freio à disco na dianteira. Já a nova Comet 150 será vendida por R$4.990,00 (preços base São Paulo, sem frete e seguro inclusos).

Para incrementar as suas vendas, a Kasinski conseguiu viabilizar parceria com várias financeiras que irão prover crédito para a compra de sua linha de motos.

A rede de concessionários, por sua vez, foi reestruturada. Há 3 meses atrás, havia 100 revendedores. Neste meio tempo, mais 20 foram agregados e, até o final do ano, ainda mais 30 deverão fazer parte da rede Kasinski.

Claudio Rosa Júnior, presidente da CR Zongshen / Kasinski, foi quem apresentou os novos modelos e os planos da empresa e comentou que foram renegociadas várias condições de fornecimento de produtos que proporcionaram uma redução geral dos preços nas motos da linha Kasinski. Além disto, a marca também vai comercializar geradores de força e motores de popa para barcos e lanhas de 15 a 40 HP. Uma linha butique também fará parte dos produtos com a marca Kasinski em suas concessionárias.

Questionado sobre a possibilidade de a Kasinski vir a ter algum modelo de moto entre 250 e 600 cilindradas, Claudio Rosa Júnior respondeu que, nos próximos dois anos, este segmento do mercado de motos não está nos planos da empresa. O primeiro passo será consolidar estes novos produtos e ganhar mais mercado.

Para isto, um dos pontos principais é que Claudio Rosa Júnior prometeu que não haverá problemas de reposição de peças para a rede. A Kasinski manterá um grande estoque de peças de reposição a fim de apoiar a rede e não deixar seus clientes com suas motos paradas por falta de peças.

Claudio Rosa Júnior afirmou ter renegociado a parceria com a Hyosung, fabricante dos modelos Comet e Mirage de 250 e 650 cilindradas que a empresa comercializa. Por esta renegociação, a Mirage 650 EFI passará a ser fabricada no Brasil, mas, desde já, seu preço já sofreu uma redução e a moto passará a ser vendida por R$26.500,00, no modelo 650, e por R$13.400,00, no modelo 250.

Na linha de scooters, a Kasinski traz duas novidades. A primeira é a “Prima”, um scooter de 150 cilindradas, o mesmo refrigerado por líquido das novas Comet e Mirage, o qual tem capacidade para armazenamento de dois capacetes sob o assento, rodas de liga leve de 13 polegadas e tampa do tanque de combustível localizada no assoalho, entre outros diferenciais. Este novo scooter será vendido por R$5.290,00. O modelo claramente vem se posicionar como uma alternativa para a nova Lead 110 da Honda, recém lançada.

O segundo scooter é a “Prima Electra”, a qual, como sugere o seu nome é propulsionada por um motor elétrico. O scooter tem assento para dois ocupantes e motor de 2000 Watts para garantir uma autonomia entre 60 e 80 quilômetros e poder alcançar velocidade máxima de até 60 Km/h. Detalhe importante é que a Prima Electra dispõe de seletor de funcionamento do motor que permite ao condutor escolher entre os modos Alto Torque, Economia e Conforto. O modo Alto Torque é especialmente indicado para a subida de lombas mais acentuadas. O modo Economia permite ao scooter poder rodar mais tempo com a carga de sua bateria.

O tradicional modelo da marca, a Comet 250, por conta da renegociação feita com a Hyosung, teve redução de preços também. A Comet 250 naked será vendida por R$12.700, enquanto a GT-R 250 passará a ser vendida por R$15.100,00.

A Win 110 é uma cub que será o modelo de entrada da linha e terá preço bastante atraente, de somente R$3.990,00. Em relação ao modelo anterior, a Win 110 agora tem novo motor, da Zongshen.

O modelo Seta 150 foi descontinuado, tendo sido substituído pela nova Comet 150.

O novo motor de 150 cilindradas que equipa os novos modelos da marca ainda será alimentado por carburador, mas, no futuro, deverá ganhar sistema de injeção eletrônica. A escolha do carburador, neste momento, visou apenas proporcionar motos com preços mais atraentes para os clientes.

Por fim, questionado sobre a situação de a família Rosa, da qual Claudio Rosa Júnior é integrante, ainda manter 17% das ações da Sundown, mesmo tendo inaugurado uma empresa concorrente, o presidente da CR Zongshen afirmou que a pretensão é manter esta participação acionária. Somente haverá interesse de venda se os negócios da Sundown deixarem de ser interessantes para sua família.

Fotos: Gisele Flores e Jaime Nazário

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Kasinski lança novos modelos no Salão das Duas Rodas.

Outubro 3rd, 2009 de Kasinski

Entre os modelos que a Kasinski, recém adquirida pela joint venture entre a brasileira CR e a chinesa Zongshen, vai apresentar ao público no Salão Duas Rodas, dois merecem destaque: a trail CRZ 150 e a supermoto CRZ 150 SM. A Kasinski CRZ 150 é a única de sua categoria equipada com motor refrigerado a água. A on/off-road da Kasinski traz ainda partida elétrica, completo painel de instrumentos e suspensão Showa. A CRZ 150 tem 149,4 cm³, gera 13,5 cv de potência máxima e tem preço sugerido de R$ 6.890,00. A CRZ 150 SM usa o mesmo motor de 149,4 cm³, porém ainda traz suspensão invertida na dianteira (upside-down), rodas aro 17”, calçadas com pneus de perfil esportivo, além de freio à disco em ambas as rodas. O preço sugerido é de R$ 7.890,00

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Grupo chinês compra a Kasinski

Agosto 25th, 2009 de Kasinski

Você conseguiria contar a história de uma empresa de origem familiar sem resgatar os primeiros passos de seu fundador? Tarefa difícil. As biografias e as trajetórias empresariais naturalmente se misturam ao longo dos anos. É o que acontece com Abraham Kasinsky, um dos mais emblemáticos personagens do meio empresarial brasileiro. Seria impossível falar sobre a venda da fabricante de motocicletas Kasinski (com “i”) para a chinesa CR Zongshen, sem relembrar de seu criador.

A história de um dos maiores empresários do Brasil – que adotou o apelido Abrão por ser mais fácil de pronunciar e a terminação ‘y’ aos 80 anos por causa da numerologia, mas nos documentos dele e de seu pai o sobrenome aparecia das duas formas – começou com uma loja de autopeças da família, transformada em grande rede, que abandonou em 1951, aos 33 anos, para fundar a fábrica de componentes automotivos Cofap, cujo carro-chefe era o amortecedor. Para quem não lembra da marca, fica mais fácil trazer a recordação da premiada campanha publicitária de Washington Olivetto em que um cachorro da raça dachshund, apelidado posteriormente de “Cofapinho”, fazia manobras audaciosas de capacete com um carrinho pelas curvas de um parque.

A personalidade e o pulso fortes de Abraham Kasinsky fizeram do Grupo Cofap o maior da América Latina no setor de autopeças, com 20 empresas que exportavam para 92 países. Também construiu fábrica na Europa e nos Estados Unidos. Porém, o negócio de sucesso enfraqueceu quando Kasinsky perdeu parte de suas ações devido a brigas com ex-mulher e filhos. Além dos conflitos, a situação foi agravada pelo início da globalização e, em 11 de julho de 1997, data em que completaria 80 anos, assistiu a seu império ser vendido aos gigantes grupos italiano Magneti Marelli e alemão Mahle.

Apesar da desestruturação de sua vida, Kasinsky não olhou para trás e, aos 80 anos, recomeçou tudo com foco em uma antiga paixão: a motocicleta. Assim, em 1999, inaugurou a Kasinski Fabricadora de Veículos. Mais uma vez, Washington Olivetto entra em cena e coloca o “seu Abrão” sobre uma moto em um globo da morte, aos 85 anos, para fincar a marca na cabeça do brasileiro. Dez anos depois, em meados de julho deste ano, a empresa é vendida para o grupo chinês Zongshen, que formou a CR Zongshen.

Abraham Kasinsky não dá mais entrevistas, no entanto, o presidente-executivo da CR Zongshen, Claudio Rosa, conta como foi a aquisição da empresa e qual será o futuro da marca, talvez a última paixão do empresário de 92 anos feita “com peito e caneta Parker”, como afirma no livro biográfico “Kasinsky — um gênio movido a paixão. A história do fundador da Cofap”, escrito por Maria Lúcia Doretto.

Existe grande responsabilidade em abraçar uma marca como a Kasinski, devido à história do criador e “da criatura”. Como a CR Zongshen continuará o sonho de Abraham Kasinsky?
Claudio Rosa — O principal pedido do senhor Kasinsky foi perpetuar a marca dele, como forma de manter viva essa história. Nosso plano é investir US$ 80 milhões no mercado brasileiro, com a implantação ainda este ano de uma fábrica na Zona Franca de Manaus de 100 mil m², com capacidade para produzir 90 mil unidades por ano em um turno de trabalho. Esse volume irá ser somado as 20 mil unidades produzidas pela Kasinski, assim, a capacidade total chegará a 110 mil unidades. A empresa já possui 150 funcionários, então agregaremos mais 100 pessoas até o final de 2009. Além disso, lançaremos sete novos modelos de até 200 cc ainda este ano.

Como surgiu o interesse do grupo Zongshen pela fabricante brasileira de motos?
Claudio Rosa — A empresa CR Zongshen possui 50% de capital nacional e 50% de capital chinês. A parte chinesa faz 2 milhões de motos por ano e 4 milhões de motores para motocicletas. O Grupo Zongshen é bastante forte na China. Como estava interessado no mercado brasileiro, fizemos esta parceria. Nosso primeiro desafio foi justamente achar um parceiro que pudesse aumentar nosso portfólio com motos de mais alta cilindragem, acima de 200 c (a Zongshen foca sua produção em motos menores). O segundo ponto era a questão da marca. Nesse sentido, a gente começou a prospectar dentro do país quem pudesse ter essa sinergia. E a marca Kasinski tem dez anos de mercado, 100 revendedores e motos de 250cc 650cc que vêm da Coreia do Sul. Por sua vez, o seu Abraham Kasinsky, que já está com 92 anos, buscava um parceiro tecnológico para perpetuar a fábrica e a marca. Então, o que ia ser parceria virou processo de aquisição, que há 15 dias foi consolidado.

Quando o senhor ressalta a procura da Kasinski por um parceiro tecnológico é para competir com grandes nomes como Honda e Yamaha?
Claudio Rosa — Daqui para frente a disputa do mercado de motocicletas vai ser uma briga mais de ‘cachorro grande’. Por isso, os investimentos em tecnologia são fundamentais. Encaramos mundialmente como concorrentes Honda, Yamaha, Kawasaki e Suzuki.

Para o mercado brasileiro, tecnologia significa injeção eletrônica e motor bicombustível. A Kasinski lançará algum modelo flex?
Claudio Rosa — Acabamos de lançar a linha 2010 da Comet 250 cc e 650 cc e Mirage 250 cc e 650 cc, todas com injeção eletrônica, adequadas ao Promot 3 (terceira fase da lei que limita o nível de emissões das motocicletas). Em outubro, no Salão de Duas Rodas apresentaremos os sete modelos, de 100 cc a 200 cc, e uma motoneta elétrica de 2 mil watts, com tecnologia canadense, pois a Zongshen tem uma subsidiária no Canadá especializada na área elétrica e de célula de hidrogênio. Já a moto flex Kasinski só chegará no ano que vem.

Com o aumento do portfólio de produtos, qual é a projeção de crescimento para o mercado brasileiro?
Claudio Rosa — Nossa meta é passar de menos de 1% de participação no mercado nacional para 5% em três anos, que em volume de vendas chegará próximo a nossa capacidade de produção. Mas além desses produtos, vamos aumentar a importação de motos da Coreia. Com a fabricação de sete produtos aqui, mais cinco novos importados chegaremos a 12 modelos disponíveis de 100 cc a 650 cc. Além disso, os revendedores estão aí e nosso plano é definir 50 novos no Brasil inteiro, chegando a 150 revendedores.

Então, a estratégia é aproveitar a retomada do mercado prevista para 2010 e conquistar novos clientes?
Claudio Rosa — Sobre a crise, 2009 está perdido, não conseguiremos reverter a situação. Acredito que 2010 será bem diferente. Mas não é a tendência de recuperação que justifica o investimento. O Brasil faz parte de nossa estratégia global de ser um dos grandes players do mercado de motos. Diferentemente de outros que são montadores, nós somos fabricantes de motos, então a nossa estratégia é de médio e longo prazo. Tanto é que temos vários fornecedores nacionais e traremos fabricantes de motopeças chineses para integrar nosso complexo industrial. O proprietário do grupo sempre fala que daqui 20 anos ele estará ainda fazendo motos. O que é bem diferente de muitos pequenos montadores ou importadores, que não são do ramo e desistiram do Brasil no primeiro sinal de crise. Viemos para ficar e continuaremos com o sonho do ’seu Abrão’.

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